sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Gingando o vadio
Uma cuíca pede a graça de um sorriso descrente; um sorriso de canto acompanhado de um olhar apertado...
Entra de mansinho na roda da malemolência. Soa doce, pingando gingado...
Ninguém te obrigou a vir fazer parte da roda, então agora, chame a atenção de quem esta de fora. Os faça dançar!
Não há cansaço que tire seu ar.
Um dançarino de rua; brilha e faz o sol ficar.
Um vadio sobrevivente da graça do palco urbano.
Uma cabeça rotacionada no ritmo.
Um corpo malhado que na hora esquece o pranto.
Quem diria que o menino não passa de uma vítima...
A roda o consome e o leva na brisa.
Ele não percebe que está indo na premissa, cada vez mais dentro da música.
Não sabe que já está longe, e pra casa, não conseguirá voltar...
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