quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Chuva que chora

Agora eu nem queria escrever nada.
Mas sei que há a necessidade de contar, que em um tempo não muito distante eu tinha minha mãe para me vigiar...
Agora a chuva chora e não tenho proteção para ela, pois essa não é a mesma chuva que limpava minha alma.
Difícil mesmo é ser simples...

A pouco tempo atrás era meu pai que buscava na escola.
A pouco tempo atrás era minha mãe que me ligava...
Era com o meu irmão que eu passava as melhores tardes da minha vida.

Mas agora a chuva que chora lava outra janela.
Uma janela bem distante...

domingo, 6 de novembro de 2011

Que venha o novo.

Eu só estou lançando a sorte, que nada mais é do que tentar.
Uma tentativa que me faz pensar em deixar tudo.
É difícil prometer que vai dar tudo certo quando eu mesma preciso ouvir isso de outra pessoa.
Eu só quero que me façam acreditar. Mais do que eu acredito.

Ganhamos asas quando nascemos.
E se não voarmos, estamos prendendo a nós mesmos.
Somos pássaros espalhando sementes...


Seja bem vindo meu novo futuro.