Era a estréia da sua camisa vermelha. O dia que nos conhecemos.
A bebida que ia esquentando, esquecida.
O violão invisível.
Cigarros, carros, risadas, garçons.
Fixo olhar. Era meu. Era novo.
A cada 'oi' sempre havia um novo dia.
Eu não precisava contar nada, marcar nada, esperar nada.
Era o inesperado, a graça das surpresas.
Você fez existir. Eu fiz prosseguir.
Nós nos perdemos.
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