Dialogando com meu subconsciente - ''Gotta get thru this... Eu sei, tenho que passar por isso... O ritmo vai ajudar.''
A outra acorrentada do lado diz - ''Um sentimento não aceita morrer, e a razão ainda frágil não vai padecer.
Em um conflito que parece ser infinito, dois corpos se atraem e de tão fracos se esquecem. E o desespero e a vontade e um medo, não calam o amor.
Que permanece. Aceite que é assim"
Eu também acorrentada - ''Ele quer que eu o ensine a caminhar enquanto corre atrás do vento..."
Ela rindo de canto – “Todos querem alguém que os ensine a andar. Correr é momentâneo, é uma explosão sem destino, um vulcão sem hora pra começar a destruir. Andar é aproveitar, desfrutar. Andar é real.”
- Nessa hora minha cabeça foi ao chão sem eu ter comandado nada – “Eu quero ouvir o que eu sei de cor, eu quero ver o que já me contaram, eu quero sentir o mesmo do outro para não me insjustiçar”
- A risada dela ficou alta e abruptamente seu olhar me provocou ânsia de levar com força minha mão naquela face endiabrada e ao mesmo tempo, tão certa.
Segurei. Engoli. Vesti. Usei e aprovei.
Aceitei.
As máscaras caem quando você aprende a usar uma.
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